Adeus!

A Deus rogo! 
Silencio o meu prato que desaba como tempestade. Que leve todas as tuas amarguras renomeadas de zelo. 
A Deus peço! 
Liberdade das tuas necessidades e egoísmo. Que leve tuas vontades de saciar apenas os teus desejos.
A Deus falo! 
Conto o que almejo, agradeço pelo o que pode vir. Que seja puro, sincero, constante e presente.

Adeus rogo, adeus peço, adeus falo.

Eu, João.